
Ai, e se eu derrubar o guardanapo ou o celular?

Será que venta muito aqui em cima?

Ah, se o Bin Laden descobre este "alvo nas alturas"...
“Prezado amigo, à maneira dos velhos peregrinos que jornadeiam sem repouso, busco-te os ouvidos pelas portas do coração. Senta-te aqui por um minuto...” - da página de abertura do livro CONTOS E APÓLOGOS







Você já tem lido algumas poesias dele. Agora associe o texto com a figura humana. E entenda porque o cara é inspirado. Camiseta branca (será que seria Hering?), jaqueta no braço, e a mais bela paisagem do mundo ao fundo, o poeta FLÁVIO TESSER diz a que veio.
Um dia...ainda quero fazer uma foto dessas...será que vai ser nesta vida?
Silvano





Um amigo (Alexandre) mandou e eu fui lá no site do MARCELO AMBROSIO (do Jornal do Brasil) ler esta pérola. Pérola do mau-gosto, da coisa mórbida. Um padeiro tailandês faz esses pães com aspecto de rostos humanos, para que as pessoas comam. É mole? Já pensou? E o pior é que ele teve esta "brilhante" idéia após o velório do pai dele mesmo. Meu Deus! Chame o psiquiatra forense!
Eu pessoalmente acho um nojo. mas...cada um, cada um...
Silvano - mas que coisa
PS: quer ler a matéria no local de origem? Vai em:



Andei vendo alguns filmes na Sky e em dois desses cometi o mesmo erro! Acabei torcendo para o cara errado. Claro que isso tudo é subjetivo, cada um torce para quem achar melhor. Mas se seguirmos aquela velha lógica hollywoodiana na qual o mocinho é o cara que cai, tomba, rasteja o filme todo para ao final levantar-se vitorioso, confesso que tenho errado.
CASO UM: Um Crime de Mestre – o maravilhoso Anthony Hopkins é um empresário velho que é casado com uma bela e jovem mulher. Como não poderia deixar de ser, a mulher arranja um amante mais jovem e encorpado.Aí o velho arma todo um plano para se vingar do casalzinho de adúlteros. Amigo(a), não sei se é por causa do ator, mas desde o início simpatizei com o personagem do Hopkins. Erro meu! O mocinho, para meu desmazelo, era o amante.
CASO DOIS: O Contrato – mais um ator consagrado, desta vez o Morgan Freeman. O cara é um velho agente, já tendo passado por FBI, CIA, etc. No momento, executa missões que o governo não pode admitir que existam, mas que têm que ser feitas. Cabelo esbranquiçado, expressão cansada e endurecida, olhos tristes....como não simpatizar com um cara desses? E para reforçar tal sentimento o personagem dele no filme é perseguido por um praticante de caminhada, pela polícia local, pelo FBI, por seus parceiros de missões sujas e por uma mulher de alto cargo no governo. Sim, todos esses estão no encalço do bom e velho Morgan Freeman. Pois é. Diante disso tudo....como não torcer pelo cara? Como não me solidarizar com suas calejadas mãos? Com seu olhar triste e cansado? Errei de novo. O mocinho era outro!
Diante da efusiva condenação com que a sra Kátia me brindou, argumentei que com atores como esses é difícil deixar de torcer por eles.
Tivessem colocado no papel o John Lighthow, ou aquele loiro que é o Lucius Malfoy na saga do Harry Potter e eu também os condenaria.
Enfim, devo ter adquirido MAIS UMA deformação de caráter.
Silvano – perturbado pelo confete e a serpentina