12 julho 2007

Passo 03


Cortando a massa, a autora desta obra de arte vai preenchendo o prato refratário que depois voltará ao forno.

Passo 04


Eis as rodelas, prontas para voltarem ao fogão. Só que, desta vez, vai ser no forno.

Passo 05


O toque final antes de ir ao forno, o delicioso molho e o queijo ralado. Só me resta dizer...loucura...loucura....loucura...

07 julho 2007

Dica de Filme num domingo chuvoso


SCOOP – O GRANDE FURO
Uma vez Woody Allen, sempre Woody Allen. Passados alguns anos, a gente pensa que o cara sumiu do cenário, mas lá vem ele com outro filme. Neste caso, um delicioso filme. Trata-se de uma comédia romântica leve, divertida, onde Allen interpreta aquele seu personagem padrão, um cara nervoso, inseguro, atrapalhado, com tiradas espirituosas ao longo do filme. O problema é que aqui vale aquela coisa que já se fala do Jim Carey: ou se ama, ou se odeia. Não amo Woody Allen, mas gosto dos seus filmes. Quem nunca se emocionou com Annie Hall (Noivo neurótico, Noiva nervosa)? Pois bem, neste novo filme algumas coisas estão de volta. A exemplo de O Último Dia na Vida de Boris Grushenko, a Morte dá as caras neste filme. Sim, o cara é obcecado pela morte. Mas ela entra de forma divertida e convincente. O interessante é que Allen não aparece no cartaz do filme, ele agora lança mão de outras celebridades para divulgar. Aí entram a bela loira Scarlet Johansson e o eterno Hugh “Wolverine” Jackman. Filme agradável, divertido, ótimo. Nota? 8,0 . Silvano – atento.
Ficha Técnica
Título Original: Scoop
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2006

05 julho 2007

Só uma foto


Coisa de Gordo - 331


331 - A Maldição da Fatia Doce
Não se assuste com este título pomposo, a coisa é mais simples do que você imagina. Remova neste momento o tédio e a lassidão e ative a sua imaginação. Imagine-se sentado numa mesa de Pizzaria onde você e seus amigos foram comer rodízio. Você sabe que vai degustar todos aqueles sabores deliciosos, aqueles outros sabores inéditos e outras coisas mais. Há uma ordem natural no servir das pizzas, é óbvio. Os caras começam com as salgadas para, depois, adentrarem na área das doces.
Sempre que vou a um lugar assim, paira sobre minha mesa a “maldição da fatia doce”. Começo a comer as fatias de pizza, os garçons tentando dar aquele “abafa” logo no início, e sinto ao redor da mesa a presença da maldição. As fatias vindo, os minutos transcorrendo, e fica no ar aquela possibilidade. Até que soa o gongo.
Em geral uma criança ou uma mulher é quem dá a senha, o start, o começo da coisa. A gente está atracado naquela deliciosa porção de pizza alho e óleo e um garçom passa com uma bandeja de pizzas doces. Coisas do tipo Chocolate Branco, ou Charge. Aí a referida criança ou mulher balbucia: - “Acho que vou pedir uma fatia de pizza doce.”
Ao escutar esta frase eu tremo nas bases. Ela prenuncia a chegada da Maldição da Fatia Doce. Aí eu converso com a pessoa, amiga ou familiar, tentando dissuadi-la da mudança. Calma – eu argumento – espera mais um pouquinho. Não passa tão rápido para as doces, veja bem...
Via de regra a pessoa faz desdém de meus apelos, diz que nada de diferente vai acontecer, alega que cada pessoa é livre para escolher o sabor que quer e outras coisas mais. O garçom passa com uma pizza Chocolate com morango e a maldição desce sobre a mesa: - Me dá uma fatia desta.
No que o garçom acomoda a fatia de pizza doce no prato do “traidor”, uma névoa de energia negra envolve a mesa. A partir daí os outros garçons que estavam trazendo as salgadas pensam que você, o “traidor” e todo o resto da mesa já passaram para as pizzas doces. E param de trazer as deliciosas fatias salgadas.
Passam na mesa ao lado trazendo gostosuras como a Calabresa, a Portuguesa, a Mafiosa, a Quatro Queijos, a Bacon, a Camarão. Você suspira,acena, chama a atenção deles, mas que nada. A indiferença é o que eles lhe reservam. Já os garçons das pizzas doces, eufóricos, começam a entupir a sua mesa com fatias adocicadas. Para eles isso significa que vocês já estão pensando em ir embora, eles dão de novo aquele “abafa” para ver se vocês param de comer, pagam e vão logo embora.
E você chama, se remexe na cadeira, resfolega. Acalme-se, amigo(a), não é culpa do garçom, nem do pizzaiolo, nem sua. É ela que se instalou. Aquela verdadeira nuvem negra envolveu sua mesa e para comer uma fatia de Palmito com catupiri você vai ter que se levantar e falar com o gerente.
Sim, eis a Maldição da Fatia Doce. Você bem que tentou avisar, mas agora é tarde demais.
Escolha suas companhias, mentalize, treine sua equipe, parta para o ataque. E por favor, não caia na armadilha dela, a poderosa, a cruel, a sórdida Maldição da Fatia Doce.
Silvano – descompensando


ENQUANTO ISSO EM BRASÍLIA...(sobre o Roriz)
...mais um corrupto renuncia para não ser cassado, voltando na próxima eleição pelos braços do povo. É como diz o Flavinho, meu cunhado sociólogo, essa gente reflete o povo desta nação. De fato, Flavinho, um povo corrupto espera ansiosamente a próxima eleição para eleger os Roriz, Zé Dirceu, Maluf, Sessim e todo o resto da catrefa.Senhor....tende piedade de nós.


SE O RENAN CALHEIROS.....
...não engana ninguém com a procedência da renda dele, por que o Imposto de Renda, a toda poderosa Receita Federal nunca o pegou na malha fina? Por que eles só perseguem a Classe Média? Por que, meu Deus, por quê? Senhor...Senhor....escutai a nossa prece.


DESPEDIDA DO ZÉ ROBERTO
Recebo texto por e-mail, de suposta autoria do jogador Zé Roberto, que reside na Alemanha. Não sei se de fato o texto é dele, mas é arrasador. De tão real e bom. Lá vai:
"Inicialmente gostaria de expressar minha gratidão ao Brasil. Foi com prazer que por muito tempo defendi a camisa canarinho e me orgulhei de ser brasileiro. Infelizmente este país não faz mais parte de mim. Por muitos anos vivi com minha família na Alemanha e me identifiquei completamente com o país. A despeito de certos intolerantes e racistas, que são minoria, minha família se integrou totalmente ao modo de vida alemão. Minhas filhas mal falam português e são totalmente fluentes em alemão. Para voltar ao Brasil, isto pesou muito. Queria que elas se sentissem, como me sentia, brasileiro. Queria que conhecessem o meu país, que falassem a minha língua nativa, queria mostrar o lado bom do Brasil, um pouco diferente daquilo que volta e meia aparece nos noticiários de TV alemão. A tentativa foi em vão. Muito embora tenhamos ficado em uma cidade muito acima da média do padrão de vida brasileiro, os males que a assolam me parecem regra, não exceção na vida brasileira. Não nos era permitido andar sem seguranças; minhas filhas não podiam em hipótese alguma passear ou brincar na rua; ir à praia, que fica a menos de 100m de nosso apartamento, também era contra a recomendação do que nos passavam os seguranças companheiros de clube. Todo o tempo que estivemos no Brasil, ainda que livres fisicamente, éramos reféns psicológicos. Mesmo sendo um ídolo local, o risco parecia nos acompanhar a cada esquina virada, a cada momento em que passeávamos. A sombra do seqüestro ocorrido dois anos atrás com outro ídolo local, Robinho, nos perseguia por todos os lados. Assistir o noticiário televisivo alimentava ainda mais nossos medos. Por sorte, minhas filhas não entendem muito bem português. Se entendessem, descobririam um país em que o crime está por todos os lados: está nas escolas, está nas faculdades, está no JUDICIÁRIO, está no CONGRESSO / SENADO e está até mesmo na família do PRESIDENTE . Imagino o choque cultural para elas, criadas em um país com padrões morais tão rígidos. Me ponho no lugar delas, penso como deve ter sido desagradável esta estadia no Brasil. O que pensavam quando dizíamos que elas não podiam andar livremente nas ruas? O que pensavam quando dizia que era melhor não dizer às amigas que eram minhas filhas? Como entendiam que não brincar na rua, não passear em parques e que sempre andar com aqueles homens que não conheciam era o melhor para elas? Minhas filhas devem ter detestado o Brasil. Foi com muita alegria que receberam a notícia de que voltaríamos à Alemanha. Além da segurança, há a questão da discriminação. Embora etnicamente muito diferente da população local, minhas filhas sempre foram respeitadas e nunca vistas com menosprezo. Aqui no Brasil, onde todas as raças se misturaram e não dá para saber quem é o que, sofríamos com um tipo de discriminação inimaginável para elas: Éramos vistos como anormais por nossa religiosidade. Por aqui imaginam que negros sofram de racismo na Alemanha, mas praticam uma intolerância inexplicável por sermos evangélicos. Ou, como é dito pejorativamente por aqui, somos "CRENTES", palavra carregada de maus juízos. Dentro do futebol, jogadores como eu, que se organizam em grupos chamados de "Atletas de Cristo", são vistos com ressalvas, especialmente pela mídia que acompanha o esporte. Por todos estes motivos, levo minha família de volta à Europa. Pelo meu sucesso e também pelas nossas escolhas, o Brasil se tornou um suplício para aqueles a quem mais amo. Batalhei a vida inteira para sair da pobreza e ter sucesso profissional. Acima de tudo isto, sempre busquei construir uma família feliz e correta. Hoje, a felicidade de minha família tem como pré-requisito afastá-las do Brasil. Por isto que, ainda que com tristeza, faço o melhor para elas. Aos meus fãs, muito obrigado. Ao Brasil, boa sorte." ZÉ ROBERTO

DEPOIS DESSA.....
vamos embora para o Uruguai. Senhor, Senhor, tende, Senhor, tende piedade de nós....

05/07/2007

DICAS DA LEITORA PARA UM INVERNO FELIZ


Oi Silvano! Uma para o teu blog. A maioria das pessoas tem (o péssimo) hábito de reclamar das estações mais extremas, principalmente do inverno. Eu, que amo o inverno tenho algumas boas idéias. Então lá vai:
01. O inverno é a estação da elegância. Uma calça jeans, um blusão e um sapato bacana transformam qualquer um num ser super bem vestido.
02. Banho quentinho é uma delícia depois de passar meses tomando banho frio! Mas não fervendo para não danificar pele e cabelo.
03. Chá! Sábios são os ingleses que não abrem mão desta bebida! O chá mantém mãos e corpo aquecidos.
04. Tomar sopa! De verduras, de capeletti, de feijão, de ervilhas... não interessa qual, todas nos dão a sensação de aquecimento e de saciedade.
05. Edredom, cobertor, coberta: durma bem agasalhado para evitar o resfriamento noturno.
06. Fogão a lenha, lareira ou estufa: mas nada de sair prá rua depois disso!
07. Pantufas: não são elegantes, mas são deliciosamente quentes!
08. Estar perto das pessoas e dos animais de estimação: além de aumentar o calor, faz bem pra saúde emocional.
09. Chocolate quente antes de ir dormir: ajuda a relaxar e a manter o corpo quentinho.
10. Dormir agarradinho a quem você ama!
Tenham todos um inverno maravilhoso! Um abração.
Marialene – de Taquara – RS

28 junho 2007

Um lugar legal!



Esta é a Vinícola Fornasier, na localidade de Pinto Bandeira, município de Bento Gonçalves, serra gaúcha. Vista linda, paisagem deslumbrante, local aprazível, é Vinícola, Pousada, Salão de Festas e muito mais. Quer entender melhor? Leia o texto desta semana e se divirta. SILVANO

Coisa de Gordo - 330


330 – ENCONTRO DE FAMÍLIA
Sempre olhei com um certo desdém esses encontros de famílias que se vê por aí. A gente passa por um salão de festas, um clube, e lá estão aquelas duzentas pessoas, ruidosas, alegres, confraternizando, em geral com uma faixa na entrada dizendo que família é aquela. Mas tudo na vida passa. Inclusive o preconceito.
Por força de um convite familiar, dessa vez da família do lado de lá, fomos no sábado passado à Serra Gaúcha para o encontro da Família Bottin. Oriundos de um distrito de Bento Gonçalves chamado Pinto Bandeira, os Bottin são dos ramos mais tradicionais da colonização italiana em terras gaúchas. Quem conheceu a loja Irmãos Bottin (materiais de construção) em Porto Alegre, na esquina da Cavalhada com a Faixa Preta, sabe do que eu estou falando.
E neste caso eu tinha uma espécie de vantagem. Não sou Bottin, sou apenas um “galho pegado”, alguém que casou com uma Bottin. Tal situação me deu mais mobilidade, conhecia poucas pessoas, passei o evento todo apenas sorrindo, acenando, cumprimentando as pessoas, sem entrar em grandes intimidades. A partir disso, estive livre para fazer fotografias lindas do local, da paisagem, das pessoas, da festa enfim.
O encontro se deu numa Vinícola de nome FORNASIER, um aprazível lugar que reúne uma Pousada, a Vinícola e o Restaurante onde estávamos. Fica na estrada que vai de Bento Gonçalves a Pinto Bandeira, como citei antes, a paisagem bela da Serra se desdobrava diante de nossos olhos.
Após abraços, beijos, fotos, lembranças, as pessoas foram sendo encaminhadas para as mesas e então começou a folia calórica. Veio uma entrada com Pãezinhos deliciosos, Polentas, Torradinhas e outors petiscos mais. Passo seguinte, veio a Sopa de Capeletti, deliciosa, saborosa. Aos poucos os garçons foram retirando o prato de sopa e então alternaram pedaços de Galeto, Salsichões, Vitela assada com bacon e Costela de Porco com as massas. Eram Lasanha Bolonhesa, Rondeli de abóbora e uma outra massa ao molho de quatro queijos.
O vinho servido obviamente era o deles mesmo, vinho agradável, aromático. Pedimos o Cabernet Sauvignon, depois de provarmos o Tanat.
No conjunto, diria que já comi galetos e massas melhores do que as deste lugar. Mas não é nisso que quero centrar foco. Quero enaltecer que começo a gostar desse tipo de encontro. Numa época em que as pessoas às vezes só se encontram em velórios, acho bom que pelo menos o tenham feito em clima de festa. Pela distância, podia observar as manifestações de alegria emitidas pelos convivas. O tempo apaga as diferenças, as pequenas coisas, ao fim ficam só as boas notícias, o relato de mães e pais contando sobre seus filhos. Os que viajaram, os que casaram, os que foram e os que voltaram.
Foi um belo encontro, imagino o trabalhão que deu para a comissão organizadora! O local era dos mais aprazíveis, a paisagem linda e bucólica, a refeição saborosa. E acima de tudo, a alegria dos BOTTIN ao se reencontrarem para ver a valorizar suas raízes. Não importa que eu seja um “galho pegado”, nos próximos encontros...tô dentro!
Silvano – o impossível


FALANDO EM CORRER...
Fui falar em correr e me aparece cada uma... Imagine você, comentei aqui neste espaço que após vinte anos estou correndo dez minutos por dia numa esteira. Grande coisa.....Li esta semana que um cara de nome Willian Wiltgen de Novo Hamburgo-RS, chegou em segundo lugar numa competição chamada DESAFRIO URUBICI. Para quem é do ramo das corridas, esta é uma prova de categoria M-7, destinada a atletas de 50 a 54 anos. Dez a mais que eu, portanto. O troço se deu na cidade catarinense de Urubici, e se chama desaFRIO por causa das baixas temperaturas dessa época. Sabe que distância ele correu? O cara correu 51Km, sendo vinte e cinco em subida! Já imaginou? Cinqüenta e um kilômetros correndo!!! Sabe em quanto tempo? Pois ele o fez em apenas seis horas. Loucura total. E eu me achando o tal por correr dez minutos por dia. Haja fôlego.....

A IDA AO ENDOCRINOLOGISTA (palavra da leitora)
Pois é Silvano.....no início de fevereiro, lá estava eu mais uma vez na sala de espera de um endocrinologista, esperando prá dar de cara com o "carrasco" que haveria de me ajudar a emagrecer...decidida, corajosa, cheia de vontade! Caminhei por dois longos meses ali , na nossa Porto Emerim.....e veio então o abril....a Páscoa, os chocolates......os 6 kilos que eu tinha já emagrecido com tanto sacrifício....nem sei por onde andam......Abandonei o médico....por medo do "pito" que ele com certeza me passaria. Esse friosinho...me desencorajou das caminhadas, a força de vontade foi prô espaço, e tenho me deliciado nas maravilhas do inverno...sopa, pinhão...canjica.............Ai, ai, ai, é difícil prum gordo admitir isso!!!......Mas acho que minhas caminhadas, só mesmo depois que o inverno acabar!!!!!! – LILIAM – traduzindo o sentimento de todos nós.


RECEITA DA MAC FRITAS (enviada por Claudete – de Jundiaí – SP)
Ingredientes: 1 kg de batatas, sal a gosto .
Modo de Preparo: Descasque as batatas e deixe de molho na água. Leve uma panela com água no fogo, e deixe ferver. Coloque aos poucos a batata de cada vez e ferva por 3 minutos. Retire-as e coloque-as na água fria, para parar o processo de cozimento (por 3 minutos). Retire as batatas da água, e enxugue-as uma a uma. Congele em aberto. Depois de congeladas, coloques-as em sacos próprios para congelamento, bem fechados, e volte ao congelador. Frite as batatas ainda congeladas, em óleo bem quente até ficarem douradas!!!


28/06/2007

24 junho 2007

Leitores comentam, dica de filme...


UM FILME – DOCUMENTÁRIO
Foi-nos recomendado este filme como sendo um best-seller nas livrarias e que adentrou a telona e a telinha (DVD). Filme em documentário (isso não nos foi avisado, talvez não tivesse tirado para ver), interessante, e que traz temas sobre a força do pensamento, aquela história da gente pensar nas coisas que quer para conseguir tê-las. O nome do filme é SEGREDO - O FILME , para diferenciar do livro (que é o livro, dããã). Os caras citam uma tal de LEI DE ATRAÇÃO, para detalhar melhor. Nada de muito novo para quem transita pelo Espiritismo, mas apresentado de forma convincente. Olha, não sei se recomendo a você...sei lá...digamos assim: - se estiver meio sem rumo, em crise, dá uma olhadinha. Nota: 7,0 . SILVANO


LEITOR ANÔNIMO COMENTA.....
Depois de uma derrota dessas, só mesmo uma vitória sobre o inter para reanimar os gremistas. O Grêmio vinha perdendo fora de casa, mas acho que o chiqueiro da beira-rio é de certa forma nosso quintal...hehehe...2 a 0 no GRE-nal... 24 Junho, 2007 21:21.


LEITOR COMENTA SOBRE A CONFEITARIA BARCELONA
Caro Silvano, a confeitaria Barcelona é nossa conhecida desde o início da década de 80, quando, nas tardes ociosas da faculdade, em outonos e primaveras ensolaradas, íamos até a Osvaldo Aranha, entre Felipe Camarão e a Fernandes Vieira, onde era a antiga Barcelona e comprávamos uma bandeja por quilo de dois de cada docinho e atravessávamos a avenida e sentávamos bucolicamente na grama do Parque da Redenção e acompanhados das devidas cocas, mandávamos ver aquelas gostosuras, sem ser incomodados por mendigos e sem levar em conta qualquer lembrança de segurança. Bons tempos! Abraços, James - de Porto Alegre.


LEITORA COMENTA O CONTO RÁPIDO...
Caro primo!! Este conto está ótimo! Pequeno! Leve! Divertido! A gente até já imagina o desfecho, mas lemos para ver o pobre se ferrar! Rss! Adorei!Até o estou repassando!Beijos! 18 Junho, 2007 11:58 – Lenise, de Jaraguá do Sul- SC.

21 junho 2007

Coisa de Gordo - 329


329 – O PRINCÍPIO DA GRADUA-LIDADE
A vida é um eterno voltar, já cantava a Alcione. Pois é. A gente vai e vem. Nos últimos vinte anos sempre que chamado a me pronunciar sobre CORRER, teci severas críticas. Correr? Tá louco! O negócio é caminhar. E por aí afora eu tecia considerações condenando a corrida e elogiando o caminhar. Passam-se os anos. Os quilos a mais continuam ali, afixados ao corpo, sem menção de quererem sair. O que fazer?
Por uma suprema ironia, passamos a freqüentar uma academia, e digo ironia porque um gordo em academia é quase um contra-senso. Ou nem tanto. Pois é, cabeça baixa, ânimo caído, toalhinha no ombro, lá fomos de volta ao ambiente barulhento de uma academia. Fui fazer esteira, adepto que sou da caminhada. E aí uma coisa começou a acontecer. Comecei a gostar de ir lá caminhar, inclusive por vezes até me estendi a algum aparelho de musculação, veja só. Fazer esteira em casa é um tédio, mas num local assim, sei lá, é mais atrativo, menos monótono.
Aí entrou o princípio da gradualidade. Aquele que diz que é devagar, devagarinho (como canta o Martinho da Vila) que a gente consegue as coisas. Por uma regra da instituição, um cartaz avisa que é para usar a esteira por “apenas” trinta minutos, para que outros freqüentadores possam também usar. Lá nos fomos. Trinta minutos.
Às vezes olhava para uma esteira ao lado e via alguém correndo na sua esteira. Como é que pode? – pensava eu. Correr!!! Que horror!! Até que me ocorreu uma coisa. Peraí, seu eu caminho trinta minutos, quem sabe eu consiga caminhar vinte e nove e tento dar uma corridinha no minuto final. Lá me fui.
Fazia mais de vinte anos que não corria. Certos músculos e certas áreas do pulmão estavam adormecidos desde então. A máquina estava emperrada! Mas corri por um minuto.
Amigo(a), foi fantástico. Na caminhada (que eu continuo elegendo como o exercício mais completo e agradável) a perda calórica é uma. Correndo, a gente sente o suor, o calor emanando, a gordura queimando, a perda é outra. Muda, muda enfim o ritmo da atividade aeróbica. Olha, parecia guri com autorama novo. Veja só, então correr é assim – pensava eu sobre o que tinha feito.
Uns dias depois, foi inevitável. Caminhei vinte e oito e corri DOIS minutos. Para você isso deve ser uma bobagem, uma brincadeira, imagine só, correr DOIS minutos. Pois do alto do meu peso lhe afirmo que para mim é complicado, difícil, cada minuto conquistado é com muito suor e esforço.
Inspirado no Martinho da Vila, devagar, devagarinho, venho ampliando a corrida. E cada vez me sinto melhor, mais saudável, mais ativo. O Augusto, lá do plano espiritual, deve estar me lendo e dando gargalhadas, ele que era um corredor de rústicas e maratonas. O cara corria dez quilômetros e me vê festejando cada minuto corrido.
Enfim, estou correndo quase DEZ MINUTOS na esteira, suando, sofrendo, queimando calorias. E creio que este seja o meu limite. Até porque, as pernas e o coração do “véio” têm o seu limite. Eis aí uma coisa inusitada. Eu, de novo, correndo. Essa vida dá voltas....
Silvano – musical


BOCA x GRÊMIO
De tanto lançarem mão do milagre, acabaram gastando ele. Era milagre contra o Caxias, milagre contra o Santos, milagre...milagre...milagre. Aí a Santa das causas impossíveis cansou e o Boca “abocanhou”. Cinco a zero na final. Que lavada!


FRASE INFAME
Na Taça Libertadores da América, ri melhor quem ri....quelme.– enviada por Leonardo


AINDA SOBRE A ESTEIRA
Não tem coisa mais irritante do que o cronômetro da esteira, quando a gente a está usando. A gente fica ali, se esforçando, e os olhos GRUDAM no relógio. E o tempo não passa. O que tenho feito? Sabe a toalhinha? Coloco ela sobre o painel e assim não há como ver o relógio. Só que, depois de muito suar, levanto a toalha e passaram-se apenas dois minutos. Que diabos.


14/06/2007

Imagem da Semana - 21/06/07


¡Gracias San Román Riquelme!
Boca Juniors campeón de América.
– manchete de Jornal Argentino.

17 junho 2007

CONTO RÁPIDO NUM DIA DE CHUVA


Um operador de tele-marketing liga para sua casa, num domingo chuvoso, tira você de seu sossego, de seu aconchego, da sua vida normal. Oferece um cartão de crédito muito melhor do que tudo que já existiu no mercado. Você agradece, diz que não. Ele insiste, você recusa. Ele persiste, você começa a perder a paciência. Até que passa a destratá-lo, xingá-lo, descarrega nele toda sua ira acumulada na semana. E ao fim dos impropérios você acrescenta: “- Não é qualquer um me ligando sabe Deus da onde que vai me empurrar um cartão de crédito qualquer. Se ao menos fosse uma visita pessoal...”
Ouvindo isso, o sempre alegre operador responde que se você quer, ele pode ir pessoalmente na sua casa, para lhe oferecer o cartão. Você cai na gargalhada, goza do cara, sacode os braços e ameaça: - Meu amigo, se você aparecer aqui na minha porta dentro de uma hora com essa proposta, eu assino um contrato de dez anos com o seu cartão!!! Ele aceita o desafio, despede-se educadamente e avisa que já está indo! Você continua rindo do cara, dá berros de satisfação, conta a galhofa para todos na sua casa. Imagina – você brada para todos, quem é que vai nos achar aqui em Castro, interior do Paraná, num domingo de noite???
Quinze minutos depois, tocam a campainha da sua casa. Você olha pelo olho mágico da porta e vê essa cara desconhecida e sorridente, aí da foto. Amigo, você acaba de trocar de cartão de crédito.
Silvano - sempre aprontando

DICA DE FILME – 17/06/2007


Num fim de domingo chuvoso, nada mais nos resta a não ser ver um bom filme em casa, um DVD bom, no calor da lareira, ou estufa, ou de um bom quentão. Eis a dica do dia: O LABIRINTO DO FAUNO (El Laberinto del Fauno - México/Espanha/EUA - 2006, 112 min - Drama/Fantasia - Direção e roteiro: Guillermo del Toro). Uma bela fábula, situada na Espanha do ditador Franco. Tal cenário de fundo abre portas para uma aventura de sonhos e fantasias por parte da personagem principal, uma menina em situação adversa. Fadas, labirintos, encantos, entre tantas coisas mais, preenchem esta bela lição de cinema. LINDO FILME! Imperdível! Emocionante! Música marcante. Fotografia ótima. Roteiro bem amarrado. Uma curiosidade. Tem uma atriz que faz um papel bem forte e que me parecia familiar. Donde será que eu conheço essa mulher? No final me dei conta. É a cara da Yeda Crusius, governadora gaúcha. Tomara que isso não afaste os “companheiros do PT” do prazer de degustar esse belo filme. Para arrematar, a delícia da narração na mais bela de todas as línguas. Não, não estou falando da última flor do Lácio. Falo do Espanhol, essa língua sonora, forte, poética, e que se faz presente na bela dicção do narrador, como de resto na boca de todos os atores do filme.Nota? DEZ!
Silvano - em devaneios

13 junho 2007

Coisa de Gordo - 328


328 – EXAGERO
Recebi via internet umas fotos que mostram uns caras cometendo um exagero dos maiores. Já fiz Caipirinha em copo, em caneco de chope, até em vidro grande de Nescafé, mas daí a preparar uma “caipa” dentro da máquina de lavar roupa vai uma enorme distância.
O pai da Medicina, o bom e velho Hipócrates, já dizia que as doenças vêm dos nossos excessos. E ele ensinava isso em 460 A.C. , sem microscópio, sem laboratório, sem tecnologia alguma. De fato, a gente exagera de um lado e a doença aparece do outro. Moderação, portanto, era o que ele pregava.
Aí me chega pela internet esta seqüência de fotos onde os malucos colocaram os ingredientes de uma Caipirinha dentro de uma máquina de lavar roupa. Nas imagens percebe-se que a máquina está em boas condições de uso, a ponto de eles usarem-na para misturar, agitar, mesclar os ingredientes. Que exagero, que desmando, que falta de moderação!
Imagine a quantia de caipira feita assim! Na foto final, percebe-se que os trogloditas lançam mão da mangueira da máquina para servir a bebida. Imagino que seja aquela mangueira que serve de dreno para a máquina, aquela por onde sai a água suja direto para o ralo, em situações usuais. Pois desta vez não é ralo. É o copo das pessoas. E não é água. É Caipirinha!
Ponderemos alguns motivos para que você não tente repetir na sua casa esta artimanha:
1 – que exagero. Quem é que vai beber tanta caipirinha assim? Não dá para usar o caneco de chopp? Ou mesmo o vidro grande de nescafé? Claro que dá! Não precisava fazer este tonel! Falando no vidro de nescafé, esta era uma prática que fazíamos quando de idas à praia, na casa do Tio Chico, Capão da Canoa (entre outras). É ótimo para quem prepara. Uma vez adicionados os ingredientes, fecha-se a tampa e assim se pode sacudir o vidro como se fosse uma coqueteleira. Sempre deu bons resultados. Único ponto de polêmica, nessa técnica, é saber se se vai usar copo ou se vai beber direto no vidro. Varia de acordo com a situação. Ambiente mais fechado, familiar, até dá para beber no vidro. Mas se tem mais gente, use copo (mais higiênico).
2 – que nojo. Imagine que a máquina tenha sido usada para lavar as roupas da casa por três ou quatro anos antes de você ter tido esta idéia “genial”. Há, na máquina, detritos, sujeiras, restos de roupa, pedacinhos de impurezas, entre tantas nojeiras mais. E aí alguém vai querer me convencer que o troço tá limpo? Não, não tá. É nojeira sim.
3 – que desperdício. As coisas assim preparadas acabam sendo desperdiçadas, pouco aproveitadas e ninguém quer isso para uma boa dose de caipira! Seja mais comedido e não haverá perdas significativas.
4 – que caro. Imagine encher a máquina com os ingredientes. Haja dinheiro para tanta cachaça (ou vodka), gelo, açúcar e limão. Sim, haja limão.
Enfim, volte ao bom e velho copo de madeira com socador, seja mais asseado, econômico e comedido. Vai ser melhor para sua caipira, seu bolso e sua saúde.
Esses caras inventam cada uma...
Silvano – contra os excessos (dos outros)


NORMA QUE CORRE NOS BASTIDORES DE BRASÍLIA
“Se engravidar, a empreiteira paga!” – frase dita por Paulo Sant’Anna na Rádio Gaúcha.


NORMA QUE CORRE NOS BASTIDORES DE BRASÍLIA (2)
"Os políticos brasileiros são os mais católicos do mundo... Não fazem nada sem levar um terço". – enviada por Mirian

NORMA QUE CORRE NOS BASTIDORES DE BRASÍLIA (3)
“Manda dois pau prá eu, manda dois pau prá eu!!” – clássico da língua portuguesa, proferido pelo irmão do presidente Lula, o Vavá.

FRASE “VIDA-ATIVA”
“Não adianta ter barriga de tanquinho se a torneirinha não funciona...” – enviada por Naira

13/06/2007

Imagem da Semana - 13/06/07


Seu vizinho de porta no prédio foi viajar. Antes de partir bateu na sua porta e avisou que ficaria um mês no Marrocos, se você não poderia abrir o apartamento dele a cada dois dias, arejar, dar alpiste para o passarinho. Você, gentil que é, aceitou prontamente. Um dia se passou, dois dias, no terceiro você lembra do alpiste e do passarinho. Diabos... Você pega a chave do vizinho, entra no apartamento e se depara com esta cena. Amigo...sua manhã vai ser longa....muito longa.
Silvano - sempre inventando coisas

07 junho 2007

Coisa de Gordo - 327


327 – ECOLAND
Por força de uma palestra que daríamos no Centro Espírita da cidade de Igrejinha, aos pés da Serra Gaúcha, nos deslocamos para aquela cidade numa fria noite deste outono. Fomos deliciosamente recebidos pelos amigos de lá, o carinho dispensado fez de fato a diferença.
Às vésperas de viajarmos, solicitei ao nosso anfitrião naquela cidade um eventual local onde pudéssemos dormir, pousar após a palestra. Ele pediu um tempo e ao final do dia me ligou, confirmando a cortesia. Fomos. Fizemos a palestra, confraternizamos com os trabalhadores espíritas de lá, e então fomos levados ao local onde passaríamos a noite.
Amigo(a), que agradável surpresa! Tratava-se do maravilhoso ECOLAND – Parque Hotel, uma preciosidade encravada em meio às montanhas que dão início à Serra. É um enorme parque, com piscinas, churrasqueiras ao ar livre, churrasqueiras em quiosques, passeio a cavalo, visita a viveiros de aves (tucano, faisão, etc), pôneis, caminhadas e muitas coisas mais.
A área física é enorme, o Hotel possui oito apartamentos mas já está com obras de expansão. E perpassa em tudo o local um espírito de ECOLOGIA, de preservação. Para exemplificar, o material utilizado na obra é proveniente de demolições, havia pilhas de tijolos vindos de outras obras e prontos para serem reaproveitados. No quarto, vários detalhes em madeira também mostram isso.
Falemos do quarto. O quarto onde ficamos é lindo, agradável, charmoso, amplo e espaçoso. Para não assustar os mais sensíveis, há um enorme aparelho de ar condicionado (spleet), com controle remoto e ajuste digital de temperatura. Só isso para afastar o frio? Não. No canto do quarto, uma lareira indispensável, logo que entramos já ateamos fogo às achas de lenha, o clima ficou ainda mais aconchegante! Este quarto acomoda até seis pessoas. Tem uma cama de casal grande, colchão box, TV com canais da parabólica, armário para roupa. O banheiro estiloso oferece água quente de caldeira, entre outros confortos. Num pequeno nível abaixo (três degraus) fica uma pequena salinha onde está a lareira e um sofá bi-cama (mais duas pessoas acomodadas). Nela há uma porta para uma bela sacada! Nesta sacada há uma mesa e cadeiras para se curtir um pôr-do-sol. Voltando ao interior do quarto, há uma escada de madeira que leva a um mezanino, onde ficam duas camas de solteiro (completando os seis possíveis acompanhantes). Claro que há um frigobar repleto e uma cesta com gostosurinhas para quem está de viagem.
Fogo aceso, spleet ajustado, tivemos uma agradável noite ali hospedados. Na manhã seguinte, provamos de um bom café da manhã. Sem excessos (ovo frito, omelete, salsicha com molho, etc), mas com as coisas essenciais para um café de hotel. Este ambiente onde se degusta o café é num prédio em separado, amplo, grande, aberto a eventos, festas, etc.
Após o café, caminhamos pela bela área verde, vislumbramos os açudes, as trilhas, os viveiros de animais. No folder da divulgação vimos que eles recebem excursões de escolas, com um alojamento para grupos (beliches e treliches).
Enfim, um achado em meio à natureza. Uma surpresa insuperável, após nossa singela palestra naquela cidade.
Nosso anfitrião nos disse que a gerência do Hotel está com promoções para ocupar o espaço durante os dias da semana, já que nos fins-de-semana eles ficam cheios. Os caras oferecem estadia nesta bela estrutura, com direito ao café da manhã, por um preço bem mais acessível. Este quarto que ficamos(quarto oito) custaria 140,00 o pernoite para o casal. Em dia de semana, sem o passeio a cavalo, sem o almoço no dia seguinte, sai por 90,00! Imperdível!
Fica a nossa dica. Acesse o site ( http://www.ecoland.tur.br/ ). Veja as fotos. E uma hora dessas, antes de pagar o pedágio na estrada que vai para Gramado, hospede-se no ECOLAND! Telefone? (51) 3545-5500.
Silvano – abençoado


LISTA SINTÉTICA DE OUTRAS COISAS IRRITANTES (3)
- fila lenta em bufê;
- você chegar na porta da sua casa, dar-se conta de que esqueceu da chave, sem ter ninguém dentro de casa, e sua bexiga, indiferente a isso tudo, começar a dar sinal de “necessidade”. Que coisa mais irritante. Estivesse você na rua, num mercado, e nem pensaria nisso. Mas é só se aproximar de casa e parece que a bexiga tem um sensor de aproximação.
- você pedir Coca-light no restaurante e o garçom trazer uma Coca normal. Aí você reclamar, ele demorar e aparecer com um guaraná. Normal. Não light, nem diet. Que dureza...


07/06/2007

Dica da Leitora


CONFEITARIA BARCELONA
Gostaria de relatar a descoberta de uma agradável confeitaria em Porto Alegre, situada no Bairro Bom Fim, bairro este tradicional por cafeterias, confeitarias, bares e atividades afins. Indicada pela minha cunhada, estive na CONFEITARIA BARCELONA, na Rua Henrique Dias. Local agradabilíssimo, que além de quitutes muito variados, oferecia um ambiente aconchegante, com mesas em seu interior. As pessoas ali se dirigiam ao balcão e iam escolhendo itens entre salgadinhos diferentes, docinhos e fatias de torta. Para acompanhar tudo isso um excelente capuccino com chantilli (um chantilli mais parecido com merengue do que com nata, coberto por fios de calda de chocolate). Enfim, um exagero de gostosura! Vale experimentar! Relatei a várias pessoas o acontecido, mas estas todas já conheciam o lugar, existente na cidade há anos. Fiquei contente, então, de espaços assim resistirem ao movimento crescente das áreas de lazer para dentro dos shoppings, que se passa na cidade de Porto Alegre. Laura – de Porto Alegre

02 junho 2007

DICA DE FILME - DVD - 2


DICA DE FILME II
Estávamos zapeando com o controle remoto na SKY, quando caímos no Canal Brasil (66) e estava começando este filme. Delicioso, alegre, divertido. Trata-se de DOMÉSTICAS – O FILME. Uma pequena obra-prima, com personagens incríveis, relatos reais, a vida das domésticas sendo desfilada na tela da sua TV com uma maestria que você nunca imaginou. Curiosidade: não aparece nenhuma patroa ou patrão no filme! Só dá elas! E a trilha sonora....bom, essa é impagável! Vai de Waldick Soriano a Lindomar Castilhos. Li no site a resenha do filme que é esta:
No meio da nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um Brasil formado por pessoas que, apesar de morar dentro de sua casa e fazer parte de seu dia-a-dia, é como se não estivesse lá. Cinco das integrantes deste Brasil são mostradas em "Domésticas - O Filme": Cida, Roxane, Quitéria, Raimunda e Créo. Uma quer se casar, a outra é casada mas sonha com um marido melhor. Uma sonha em ser artista de novela e outra acredita que tem por missão na Terra servir a Deus e à sua patroa. Todas têm sonhos distintos mas vivem a mesma realidade: trabalhar como empregada doméstica.”
Imperdível! Vá buscar já! Nota: 9,5.
Silvano - mas que coisa!!

DICA DE FILME - DVD

DICA DE FILME
Fim-de-semana de frio, é hora de se divertir e se aquecer. Vai esta dica de filme. O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS. Belo filme de romance, como tantos que se vêem por aí, mas com alguns pequenos diferenciais. O quarteto de atores é ótimo e cabe aqui uma ressalva. Uma surpresa. Sempre que escalam a Cameron Diaz para um filme imagina-se que o personagem dela é mais legal, mais sensual, mais etecétera e tal. Dessa vez, nada disso. São eles o Jack Black, a Kate Winslet, a Cameron Diaz e o Jude Law. Pois o personagem da Cameron é de uma pessoa chata, irritante, um pé-no-saco! O do Jack Black fica a meio caminho. Agora....os outros dois, arrasam com o filme. Tem ainda um outro personagem, um velhinho roteirista de Hollywood, que é ótimo. É dele uma das frases capitais do filme: “Na vida só existem dois tipos de pessoas. Ou você é a principal. Ou a amiga dela! Seja a personagem principal da sua vida”. Imperdível. Vá na locadora agora buscar. Nota: 9,0.
Silvano - metido a entendedor